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terça-feira, 10 de julho de 2012

Eu viciei o meu filho

Eu AMO bolos, daqueles caseiros mesmo. E aqui em Natal a facilidade é enorme: tem quase que uma casa de bolo em cada esquina, com vários sabores e saindo quentinho a todo instante. Além das casas, a secretária que me ajuda aqui é boleira de mão cheia. Aí já viu, né? Pode faltar água mas não falta bolo.

Bolo do Orlando: o meu favorito!

 Aí o Theo foi crescendo, ficando cada dia mais esperto, vendo aquele negócio apetitoso em cima da mesa... e começou a pedir. Inicialmente chamava bolo de "babí", e nos últimos dias tem falado "bô".

Eu e o Lu dávamos um pouquinho, com culpa, preocupados por causa do açúcar. Mas o vício tomou conta geral e se não dermos, é escândalo na certa. Só teve uma coisa até hoje que fez o Theo dispensar o babí: as uvas sem caroço, sua mais nova paixão. Resistiu, resistiu, mas agora adora e come sem parar.

Voltando ao bolo, felizmente o pediatra deu seu aval, disse que não tem problema, que bolo é bom, e que o lance é só não despertar o interesse dele pelo açúcar (em excesso), mas na massa do bolo tudo está equilibrado. Não que a gente só faça o que o pediatra manda, mas ele é nutrólogo e digamos que suas orientações nos "acalmam", além de serem sempre importantes.


Não vamos banir as guloseimas do cardápio do Theo. Ele já experimentou chocolate, roubou batata frita do nosso prato e tal, mas achamos que tudo tem o momento certo, a idade certa. Theo tem apenas 1 ano e 5 meses e ainda não é hora de se aventurar em certas guloseimas sem necessidade. Até porque ele come bem, adora frutas e sucos, biscoito maizena, cream cracker e torradinhas, então não tem necessidade de apresentarmos a ele neste momento essas besteirinhas do mundo dos adultos. ;-)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A minhoca e o comilão

Fizemos uma regressão, voltamos aos tempos de mil e oitoscentos e lá vai fumaça (como diz a minha avó) e eis que o Theo está com verme. Isso mesmo, coisa de antigamente, de lugar sem higiene e saneamento básico... mas ele ainda existe.

Theo sempre foi meio pançudinho e a gente até achava graça, brincava que era barriga de chopp. Só que recentemente, após uma diarréia braba que teve, ele precisou fazer exames de fezes duas vezes (papo bom, hein?), e o segundo acusou essas minhoquinhas sacanas que transformaram o Theo em um verdadeiro comilão.
Pançudinho tomando banho no tanque

Tá, ele sempre foi guloso, sempre se alimentou muito bem. Mas de uns tempos pra cá ele está frenético ou, como diz o marido, um saco sem fundo. Não podia ver ninguém comendo, bebendo ou me ver na cozinha que simplesmente começava a berrar e chorar, como se estivesse sendo maltratado.

Não recusa uma migalha sequer, chega da creche voraz, mesmo já tendo jantado lá. Mas o ápice para mim foi quando minha mãe esteve aqui recentemente e, no colo dela, comeu 4 fatias (finas) de bolo de laranja e ainda queria mais, marido teve que esconder o bolo (e o Theo reclamou!).

Se essa fome toda é só do verme eu não sei, mas tomara que a gente mate logo essa minhoca porque, gente, tá sinistra a ferinha faminta aqui. Se continuar nesse ritmo, já pensou esse moleque na adolescência?

Socorroooooooooooo!!!!!!!!!!!
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